7 de dezembro de 2010

Dependente de Carinho

Queria te falar de amor,
Entregar-te flores ao amanhecer,
Acordar-te com beijos,
Atiçar-te os desejos,
Em meus braços te aquecer!
Abraçar-te, te envolver em meu calor!

Queria te levar pelas nuvens,
Conduzir-te pelos ares ao vento,
Falar-te de todo meu sentimento,
Não apenas dizer eu te amo!
Seria muito mais, além de vertigens,
Escuta amor, sou eu que te chamo!

Grito em meus sonhos o teu nome,
Grito bem alto aos quatro cantos deste mundo,
Conto as horas, minutos e os segundos,
Só pra te ver chegar!
A solidão que às vezes me consome,
Faz-me cada dia mais te amar!

Sou assim dependente de carinho,
Teu amor é sinônimo de vida,
Luz que ilumina minha estrada perdida,
Por onde vagamente andei sozinho,
Na ansiedade louca de te encontrar,
Olhar nos teus olhos e dizer, te amo querida!

2 de dezembro de 2010

Vale a Pena Tentar

Hoje mais do que ontem,
Tive vontade de esquecer
Esse passado duvidoso,
Que só me fez sofrer!

Vontade imensa que senti,
Que me fez pensar...
Se esse passado não existiu,
Jamais existirá!

O que me leva a crer,
Que é possível recomeçar!
Por essa razão sigo em frente
Acreditando que vale a pena tentar.

Pois, por maiores que sejam as lutas,
A vitória um dia virá!
E junto com a vitória,
A alegria chegará!

1 de dezembro de 2010

Rios de Lágrimas

Dizer adeus, nunca pensei,
Quando ouvi, não acreditei,
Ainda não consegui me acostumar,
Chegar aqui e não te ver,
Chamar-te e não me responder,
Não sei se posso aguentar!

Tudo aqui lembra o teu sorriso,
Volte porque eu te preciso,
Deixe que eu te abrace,

Que te aperte em meus braços,
Sem você eu me embaraço,
Escute meu grito, minha prece!

Hoje meu mundo não é real,
Invento-te todo dia, isto me faz mal,
Vejo teu rosto em cada face,
Toco seu travesseiro, inalo teu cheiro,
Vejo-me em desespero,
Isto é meu destino, não tem disfarce!

Amar-te assim foi tudo que restou,
Rios de lágrimas meu travesseiro molhou,
Saudade bandida que hoje de mim não sai,
Paixão recolhida que também não tem cura,
Vou morrer de paixão, de solidão e desventura,
Sou folhas secas que com o vento se vai.