22 de julho de 2011

Qualquer Coisa

Se for para escrever qualquer coisa,
Melhor não escrever nada,
Mas se toda e qualquer coisa que eu escrever,
Fizer parte do nada que vives agora,
Não hesite, sei que vais ler!

Qualquer coisa que talvez não tenha valor,
É meramente elementar, há de se pensar,
Dependendo do momento, da necessidade,
A gente se apega ao que encontrar!

Então tudo aquilo que parecia qualquer coisa,
Agora é algo de valor, não há vergonha nem pudor,
Se conselho fosse bom não seria dado, mas vendido,
Porém quem avisa amigo é, ouça os sábios, parece garantido!

ÀS vezes trocamos palavras por palavras,
Parece tudo tão repetitivo, acho que já disse isto antes,
E assim o tempo passa e a todas aquelas quaisquer coisa,

Agora passa ser algo de tão grande serventia,
E escrevendo algo que seria nada,
A gente joga para fora tudo aquilo que sentia!
Assim os dias passam e a gente ainda pensa que tudo é nada,

Mas as pegadas ficaram na estrada,
Hoje já se foi, passamos por aqui!
É assim a vida, mesmo que seja qualquer coisa,
Faça algo, pode ser muito bom!

18 de julho de 2011

O Que Você Pode Fazer


O que você faria se soubesse que amanhã não mais existiria?
Se soubesse que pela manhã não mais acordaria?
Se não pudesse mais ver a luz do sol?
Se em alto mar já não pudesse ver o farol?

Já parou pra pensar que se morre a cada dia,
Quando não vivemos o presente, construindo o amanhã?
Que a vida é muito mais que isto, que você vê!
Que a vida está aí e o que você precisa é apenas viver!

Não se entregue sem ao menos tentar,
Lute contra tudo, contra todos, se isto preciso for!
Você pode mais do que imagina, procure o ápice!
Veja os fatos e pense de maneira diferente, pense como vencedor!

Porque se você parar, não há mais o que fazer!
Ninguém poderá lutar por você, a decisão é sua!
Você pode lutar e vencer, pode se acovardar e perder,
Você é o aprendiz, o mestre e o juiz,
Então pense o que você pode hoje fazer?

14 de julho de 2011

Tarde Fria

Busquei entre os arquivos, entre os livros,
Uma lembrança, talvez uma fotografia,
Que me trouxesse alguma lembrança sua,
Mas nem mesmo caminhar pelas ruas,
Faz-me esquecer desta verdade nua e crua,
Você morreu, naquele adeus, naquela tarde fria!

Pra que serve as lembranças?
Quando se foi também a esperança?
Existem caminhos que apontam numa única direção,
Existem momentos em que vale ouvir o coração,
Agir somente com a razão,
Esta é a proposta que sigo deste então.

Hoje a noite já tem luar,
Até as estrelas voltou a brilhar,
E porque não lembrar que temos motivos para amar?
Às vezes é assim que acontece,
Não é preciso fazer nenhuma prece,

O destino cuida para que tudo aconteça,
Logo que o dia amanhece!
Nada como um dia após o outro,
A vida continua e a gente apenas agradece!