14 de julho de 2011

Tarde Fria

Busquei entre os arquivos, entre os livros,
Uma lembrança, talvez uma fotografia,
Que me trouxesse alguma lembrança sua,
Mas nem mesmo caminhar pelas ruas,
Faz-me esquecer desta verdade nua e crua,
Você morreu, naquele adeus, naquela tarde fria!

Pra que serve as lembranças?
Quando se foi também a esperança?
Existem caminhos que apontam numa única direção,
Existem momentos em que vale ouvir o coração,
Agir somente com a razão,
Esta é a proposta que sigo deste então.

Hoje a noite já tem luar,
Até as estrelas voltou a brilhar,
E porque não lembrar que temos motivos para amar?
Às vezes é assim que acontece,
Não é preciso fazer nenhuma prece,

O destino cuida para que tudo aconteça,
Logo que o dia amanhece!
Nada como um dia após o outro,
A vida continua e a gente apenas agradece!

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Cleilton F. Vieira
cleilton@msn.com