1 de dezembro de 2010

Rios de Lágrimas

Dizer adeus, nunca pensei,
Quando ouvi, não acreditei,
Ainda não consegui me acostumar,
Chegar aqui e não te ver,
Chamar-te e não me responder,
Não sei se posso aguentar!

Tudo aqui lembra o teu sorriso,
Volte porque eu te preciso,
Deixe que eu te abrace,

Que te aperte em meus braços,
Sem você eu me embaraço,
Escute meu grito, minha prece!

Hoje meu mundo não é real,
Invento-te todo dia, isto me faz mal,
Vejo teu rosto em cada face,
Toco seu travesseiro, inalo teu cheiro,
Vejo-me em desespero,
Isto é meu destino, não tem disfarce!

Amar-te assim foi tudo que restou,
Rios de lágrimas meu travesseiro molhou,
Saudade bandida que hoje de mim não sai,
Paixão recolhida que também não tem cura,
Vou morrer de paixão, de solidão e desventura,
Sou folhas secas que com o vento se vai.

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Cleilton F. Vieira
cleilton@msn.com