9 de janeiro de 2012

Incertezas

Hoje o sol já foi embora,
Sabe aqueles momentos,
Em que a alma chora,
Se perde no tempo, os sentimentos,
Entre quatro paredes,

Já não sei se devo armar minha rede,
Se devo acreditar, deixar de amar,
Não há respostas, sei que isto não importa,
Tenho ao meu lado o silêncio,
Um coração abandonado!
Nem mesmo o brilho da lua,
 Que mostra o caminho iluminando a rua,
Faz me enxergar a luz da razão,
Que faz bater dentro do peito um coração,
Se perde a esperança,
Apelos de fé também não alcançam,
Parece mesmo tudo perdido,

Não há mais talvez nenhum sentido,
Parece que a vida se vai,
E a gente cai na real!
De que algo não está bem,
De que não somos o dono da verdade,
Que não estamos acima do bem, nem abaixo do mal,


Estamos ali no meio tentando achar um equilíbrio,
Ser um peso, mas vivo não morto,
Não são as palavras, mas o silencio que mata,
Entre uma grande multidão e carregar o peso da solidão,
Quando um amor se vai,
Deixam as lacunas e uma dor que não sai,

Mesmo assim a gente até faz piada,
E ainda ri da situação,
Tentando esconder uma realidade escancarada,
Nossa incessante busca por uma luz na escuridão!

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Cleilton F. Vieira
cleilton@msn.com