23 de outubro de 2010

Sem Destino

Deixei meus passos na areia,
Por estradas que caminhei,
Com saudades minha alma vagueia,
Pelos destinos e sonhos que sonhei,

Sou viajante do tempo,
Sempre faço meu caminho, invento,
A minha estrada é sem destino,
Meus passos são de menino,

Sigo ao vento, deixo ele me levar,
Sigo as estrelas, deixo elas me guiar,
Nos mares tenho os remos, me deixe remar!

Não levo bússola, nenhum instrumento,
Meu destino é incerto, é deserto,
Saberei quando chegar!

2 comentários:

Arnoldo Pimentel disse...

Esse poema é muito bom, destino incerto.Tudo de bom.Parabéns

Mundo das Poesias disse...

Belo Poema, Gostei Muito, você tem muito talento e sentimento em suas poesias, parabéns!

Grande Abraço;
Lauro Daniel

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Cleilton F. Vieira
cleilton@msn.com