25 de novembro de 2010

O Grito da Natureza

Eu queria falar das flores,
Mas não sei nada dizer,
Pois a muito elas foram belas,
A natureza já não tem mais espaço,
Agora só p progresso.
O dinheiro.
O Homem se vendeu por nada,
Perdeu-se em sua própria estrada,
Estrada do egoísmo,
Do individualismo,
Ouço o grito da natureza, A soar nas florestas,
O medo dos machados, das queimadas,
Não há quem a possa socorrer,
Os animais correm de um canto a outro,
A procura de abrigo, fugindo dos inimigos,
Temendo os perigos!
Eu quisera poder ajudar,
Cessar no homem esta fúria louca,
Em busca de riquezas, destruindo a natureza,
Sem pensar no amanhã!
Qual será o futuro?
A terra sem vida, a escarces do verde.
Sem ar pra respirar.
Onde vamos morar?
Sem o azul do céu pra contemplar,
Sem as aguas do mar pra se banhar,
Homem pense um pouco mais!
Conscientize-se do mal que faz,
Estás programado como uma máquina,
Uma ganância voraz toma conta de ti,
Perdeste o rumo e a noção,
Não tem amor pelas coisas belas da natureza,
Pela vida!
Movido pelo egoísmo,
Está a contar os seus dias,
Caça sua própria existência,
Com a extinção de seres vegetais,
Seres animais e a você mesmo,
Homem, tu que dizes ser o mais inteligente,
Entre os seres da criação divina,
Por que não olha um pouco mais,
Cautelosamente diante dos teus olhos,
A vida passa tão de repente,
E você está acelerando p processo,
Homem talvez esteja vivendo em um sonho,
Talvez um pesadelo!
É mais fácil assim explicar,
Preste atenção no que lhe digo,
E desperte enquanto é tempo,
Um dia será tarde demais.

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Cleilton F. Vieira
cleilton@msn.com